
Supergrupo. Este termo já
designava no passado a junção de astros do pop/rock
em uma nova formação e ultimamente muito tem se usado essa palavrinha, em
geral, quando os madurões cansam de uma proposta e querem alçar novos voos, resolvendo
se unir a outros afins para desenvolver um projeto... Formar uma outra banda. Desde
os 60’s que tivemos algumas boas junções como os Crosby, Stills, Nash & Young, Cream... Na época do movimento
grunge de Seattle tivemos os Temple of the
Dog. Mais recentemente temos o Alter
Bridge, Chickenfoot... E, um pessoal que se juntou e faz um puta som, uma
verdadeira usina de decibéis: Black
Country Communion. Essa “besteirinha”, é composta no baixo e vocais por Glenn
Hughes (Trapeze, Deep Purple, Black
Sabbath, Gary Moore, Jon Lord, Malmsteen...), Derek Sherinian nos teclados
(Kiss, Alice Cooper, Dream Theater),
Joe Bonamassa - pra quem não conhece, um bluesman de primeira linha e
guitarrista extremo, que em breve estará aqui no blog com exclusividade;
fechando o grupo, de contrapeso, nas baquetas temos o Jason Bonham, cujo
sobrenome diz tudo. A turma se reuniu em ’09, mas o primeiro disco só veio há
dois anos, em meados de setembro de 2010, tendo como título o nome do grupo e
produzido por Kevin Shirley que já trabalhou com Iron Maiden, Rush, Led Zeppelin, Journey... O segundo álbum foi
lançado no ano passado e se chama 2.
Com essas informações já dá pra ver que o pessoal não tá pra brincadeira, o que
pode ser facilmente constatado em suas canções, com sons que fazem referência a
muitas das boas bandas por onde passaram. No primeiro link, disponibilizada uma
coletânea que aprontei; no segundo link um vídeo com a performance de um
clássico do Deep Purple nos tempos de
Hughes – Burn; e por último do Black Country 2 essa bala – Save Me. E, olha, pode crer, é Rock and Roll de pé embaixo.
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