sexta-feira, 12 de outubro de 2012

MÚSICA DA SEMANA 118 - WHITESNAKE - LIVE IN THE STILL OF THE NIGHT - 12/10/2012



Revia hoje o show Live In the Still of the Night de 2004 do Whitesnake gravado no Hammersmith em Londres, que sem dúvida, tornou-se um documento, com o desfile de muitos hits do grupo, e da boa performance (mesmo com o peso dos anos) do grande David Coverdale e da banda em geral, composta por Doug Aldrich e Reb Beach nas guitarras, Tommy Aldridge na bateria (que fez um tremendo solo em Cryin’ In the Rain, quando largou as baquetas e seguiu com as mãos), Timothy Drury nos teclados e Marco Mendoza no baixo. O show começou com duas bazucadas em uma: Burn com uma pincelada de Stormbringer, para daí seguir com os eternos clássicos - Love Ain’t No Stranger, Is This Love, Give Me All Your Love, Cryin’ In The Rain, Fool For Your Loving, Here I Go Again... Uma verdadeira lapada! O Whitesnake sem dúvida foi uma grande banda, até se desvirtuar um pouco na década de noventa, quando seus discos ficaram meio que “andando em círculos”... Meio AC-DC. Em suas diversas formações contou com a participação efetiva de verdadeiras referências do mundo do rock: Jon Lord, Ian Paice, Cozy Powell, Vivian Campbell, Steve Vai... E a estrela central - Mr. Coverdale, uma das melhores vozes do R’n’R, cuja imagem se tornou uma figura indissociável da banda. Muitos discos do Whitesnake foram presentes em vários Top mundo afora e teve como um dos seus melhores álbuns o Slide It In de 1984, que marcou o fim das participações de Jon Lord (quando voltou para o Deep Purple gravando o Perfect Strangers); e também foi o último disco que constou o clássico logo da banda na capa. Nesse álbum constam as famosas Love Ain’t No Stranger, Slow and Easy, Guilty of Love, Hungry For Love... E foi a base do show que fizeram no Rock In Rio ’85, que ficou marcado pelos malabarismos de Coverdale com o pedestal do microfone - uma de suas marcas, e a participação de John Sykes (Thin Lizzy) na guitarra. Bom, mas enfim, no primeiro link a abertura triunfal do show, em seguida o solo de bateria do Aldridge em Cryin’In the Rain e fechando a excelente versão ao vivo de Here I Go Again.

Abraço!!!




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