Alguns dos quarentões que circulam por aqui, muito provavelmente curtiram há uns trinta e poucos anos, uma banda novaiorquina chamada Riot. Em especial o álbum Narita de 1979, uma das capas mais ridículas de todos os tempos, mas com um conteúdo e tanto: Waiting For the Taking, 49er, Kick Down the Wall, Here We Come Again, Hot For Love, White Rock, Road Racing... O vocalista era o falecido Guy Speranza e na época foram banda de suporte para AC-DC, Black Sabbath, Vandenberg, Kiss e até o Rush. Mas isso é passado, hoje em dia, dessas priscas eras, apenas o nome e nenhum integrante de outrora. Por esses dias saiu o décimo quinto álbum da banda - Unleash the Fire, que teve lançamento em primeira mão para os amigos nipônicos. Vale uma conferida, em especial pra quem ouviu o grupo em seus primeiros passos.
Pra quem gosta de uma zuada boa, disco novo do Orange Goblin - Back From the Abyss, uma das bandas indispensáveis de stoner rock. Não é mais o grupo de outros tempos, mas é na certa, muita poeira e pauladas em sequência. Disco completo no link.
Abrindo esse terceiro tópico com a dica da semana, momento esperado por muitos. Desta feita a bola fica com a banda americana The Contortionist e o álbum Language. Nos últimos invernos, poucas bandas merecem realmente destaque nas veredas dessse tal de progressive metal. Mas esses caras lá de Indiana fazem um som meio experimental com uma salada considerável de tendências. As músicas são muito bem acabadas e ponteadas pelo excelente gogó do novo vocalista Michael Lessard, que vai da leveza d'uma pluma à aspereza de uma lixa facilmente. No disco dos rapazes dá pra dar uma viajada boa em alguns momentos, e é só curti-lo no link e tirar suas conclusões.
Nada como a imprevisibilidade de ouvir rádio. Na semana passada ia pro trabalho curtindo a Rock Radio e tive a satisfação de ouvir novamente Black Country Communion e o musicaço Save Me. BCC que desde 2010 nos proporcionou um disco atrás do outro, até 2012, quando não deu mais pra Joe Bonamassa aguentar Glenn Hughes (dizem que ele é mais difícil que Ritchie Blackmore). Mas enfim, ficamos aí com três bons disco: Black Country, II e Afterglow. Quem sabe aí, um dia desses eles se juntam novamente pra felicidade de todos.
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