É, os tempos do baby-doll de nylon ficaram bem pra trás. Emílio deu um mote há uns dias sobre a volta do Metal Mania do Sr. Robertinho de Recife, ou seria Robertão de Recife? No início de sua carreira talvez até tenha sido diminutivo, com uma produção meio direcionada para o regional nordestino, mas uns anos viriam e o cara mostraria o verdadeiro monstro adormecido dentro de si criando em meados dos anos oitenta a banda Metal Mania, quando veio a primeira mostra de todo o seu lado R'n'R com o disco autointitulado. Músicas como Fogo, Metal Mania, Gata... Trem Fantasma, flagrantes influências dos rockões que rolaram nos 70's e início daqueles anos. Em '90 veio a Rapsódia Rock e um som muito mais apurado com performances à Yngwie Malmsteen, daí, convites para tocar em bandas como o Chicago e Quiet Riot, algumas experiências como produtor e músico em trabalhos nacionais e a parada. Agora, o Sr. Robertão, ultrapassada a barreira dos sessenta anos volta com a Metal Mania e um título chamando pra briga - Back For More. Abaixo segue um teaser do álbum e outro de sua apresentação no Guitar Player Recife em 2013, mostrando um pouco da força dessa figura.
Nesta entressafra de começo de ano, aguardando o porvir, o jeito é sair catando alguma coisa. Umas apresentações legais podem ser vistas nos vídeos da Daryl's House. O Daryl em questão, é o Hall, que fez história com o parceiro Oates nos anos oitenta, com clássicos consagrados para sempre. Os shows na "casa" são transmitidos pela VH1 e lá há a reunião de músicos para jams alucinantes. Algumas sem preço, como as participações de Billy Gibbons do ZZ Top, Booker T. Jones, Train... E outras menos cotadas mas boas de se ver. Segue alguma coisa nos links.
Há uns tópicos atrás falei sobre o Duna Jam, que reúne bandas de stoner e psicodélico numa ilha do Mediterrâneo. Um pessoal meio anônimo que vez por outra dá as caras por lá é o do Fugitive, trio italiano com um som beirando o experimental que manda ver nos arranjos e na cacetada de bateria e baixo. Um perfeito som de viagem.
Hoje inteiramos 29 anos sem Phil Lynnot. Figura indissociável do Thin Lizzy, que literalmente foi bom enquanto durou. Bandaça que passou por algumas formações, tendo como as mais representativas as que tinham à frente o cabeludo e cada uma delas com sua marca, fosse com Eric Bell, Scott Gorham, Snowy White, Gary Moore, John Sykes, Vivian Campbell... Momentos memoráveis, em especial os shows representados por Live and Dangerous e Life Live. Segue no link um dos tantos e perfeitos clássicos do TL na voz (e baixo) de Lynnot, bateria de Downey e duelos de guitarras fantásticos de Gorham e White - Black Rose ao vivo no Rockpalast.
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